
Em 30 dias a Companhia Riograndense de Saneamento promete solucionar problemas de vazamento em ruas de Santa Maria, além de realizar novas ligações de água naqueles pontos da cidade deficitários
A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) iniciou nesta semana, uma força-tarefa para solucionar dois problemas críticos das ruas de Santa Maria, – os problemas de vazamento, que se proliferam por várias ruas da cidade, e a realização de novas ligações de água, muitas das quais com o prazo de vida útil já vencido. Para isso, o gerente da unidade da Corsan de Santa Maria, Maximiliano de Moraes, diz que a ação da companhia conta com 35 pessoas da unidade da cidade, com o acréscimo de funcionários da Corsan de municípios como Quaraí, Rosário do Sul, Venâncio Aires e São Borja. Conforme Moraes, a intenção é que no período máximo de 30 dias todas as “demandas reprimidas” sejam sanadas. “Desta vez não vamos minimizar os problemas, vamos resolvê-los. E quem sabe, até antes dos 30 dias já estejamos com tudo concluído”, projeta Moraes.
A Corsan, que já de longa data tem sido um dos gargalos da administração do prefeito Cezar Schirmer (PMDB), sinaliza com mais essa ação como uma demonstração que a companhia tem se esforçado para mudar a imagem não somente com o Executivo municipal, mas principalmente, com os santa-marienses. “Nosso enfoque está em atender as necessidades da população de Santa Maria”, diz Moraes. As melhorias, se tudo transcorrer dentro do previsto, são sem custo para a companhia. Uma outra ação paralela está sendo desenvolvida pela companhia. Foi iniciada a ligação da rede de esgoto das residências com a da Corsan, esses serviços estão sendo desenvolvidos por meio de uma empresa terceirizada, que foi contratada para a execução destes serviços – que ocorrem simultaneamente em vários pontos da cidade.
Hoje as redes de água existentes em Santa Maria, em torno de 20 a 30% delas apresentam problemas de rompimento. Para resolver essa defasagem no serviço, as redes de ligação que ainda são de fibrocimento – datadas da década de 70 – estão sendo substituídas por tubulações de PVC. “Esse não é um problema exclusivo de Santa Maria”, minimiza Moraes. Para atender a toda essa demanda, o gerente da Corsan revela que as mudanças serão contínuas e feitas de maneira a contemplar todas aquelas localidades problemáticas.